Auréola Solar

Isso é uma fenômeno ótico que ocorre geralmente quando há interação da luz com o ar e as substâncias que estão contidas nele.

Corpos Celestes

Corpo celeste é todo e qualquer astro que está no espaço. Na astronomia, temos diversos tipos de corpos celestes, os mais conhecidos são: asteróides, cometas, estrelas, meteoróides, planetas e satélites.

Especial: Qual sua opinião à respeito do "Fim do Mundo" ? -1

Qual sua opinião à respeito do "Fim do Mundo" ? Façam seus comentários à respeito do assunto !

Em Noite de Natal, Júpiter é ocultado pela Lua

Quem olhou para o céu nesta terça-feira, noite de Natal, pôde verificar a olho nu o último fenômeno celestial de 2012

Microbios terrestres podem resistir em Marte

Uma resistente bactéria comum na Terra se adaptou de forma surpreendente a condições semelhantes às de Marte, como baixa pressão, frio e grande concentração atmosférica de dióxido de carbono, disseram cientistas, numa descoberta com implicações para a busca de vida extraterrestre.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Mais notícias sobre a atividade solar !

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Atualizando as notícias sobre a atividade do Sol - 16 maio de 2013


Uma ejeção de massa coronal, ou uma CME, foi lançada ao espaço pela flare de classe X1 emitida pelo sol em 15 de Maio de 2013 e pode chegar com força ao campo magnético da Terra, no dia 17 de Maio de 2013. As previsões do NOAA estimam em 40% a chance de tempestades geomagnéticas quando a nuvem chegar. Observadores nas altas latitudes da Terra podem ficar alertas para a aparição de auroras.


A mancha solar AR1478 já emitiu quatro flares de classe X, mas sua atividade pode não ter acabado ainda. A região ativa continua a crescer sob um campo magnético de classe delta que possui energia suficiente para gerar poderosas erupções. O NOAA estima em 60% a chance de uma nova flare de classe X no dia de hoje, 16 de Maio de 2013.


A mancha solar não é particularmente grande, mas ela é complexa, com muitos núcleos escuros espalhados por sua zona de influência. Isso é um sinal do complicado campo magnético ali existente. A complexidade magnética é a fonte da AR1478 ser tão explosiva, pois quando as linhas de força magnética se cruzam e se reconectam, temos uma explosão, assim sendo, quanto mais complexa for uma região ativa maior será a sua atividade.


Recordando, o que já fez a AR1748:

1 – flare classe X1.7 – 0217 UT, 13 de Maio

2 – flare classe X2.8 – 1609 UT, 13 de Maio

3 – flare classe X3.2 – 0117 UT, 14 de Maio

4 – flare classe X1, 0152 UT, 15 de Maio.


As imagens que ilustram esse post foram tiradas do site oficial do SOHO e mostram o comportamento do Sol, no dia de hoje, 16 de Maio de 2013. Podemos ver a grande atividade em que se encontra a nossa estrela mãe. E o conjunto de manchas solares que nesse momento já está na parte do disco voltado para a Terra. Continuaremos ligados e atualizando a todos sobre as novidades.



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Imagem de buraco negro supermassivo é divulgada

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Imagem multiespectral mostra jatos acelerados de buraco negro supermassivo no centro de galáxia


Essa imagem composta de uma galáxia ilustra como a intensa gravidade de um buraco negro supermassivo pode ser aproveitada para gerar uma imensa potência. A imagem acima contém dados de raios-X do Observatório de Raios-X  Chandra, da NASA (azul), a luz óptica obtida pelo Telescópio Espacial Hubble (dourado) e ondas de rádio do Very Large Array do NSF (rosa). Essa imagem em múltiplos comprimentos de onda mostra a 4C+29.30, uma galáxia localizada a aproximadamente 850 milhões de anos-luz da Terra.

As emissões de rádio veem de dois jatos de partículas que estão aceleradas a milhões de milhas por hora para longe de um buraco negro supermassivo localizado no centro da galáxia. A massa estimada do buraco negro é de aproximadamente 100 milhões de vezes a massa do Sol. A parte terminal dos jatos mostra áreas maiores das emissões de rádio localizadas fora da galáxia. Os dados de raios-X mostram diferentes aspectos dessa galáxia, traçando o local onde está o gás quente.

Os raios-X brilhantes no centro da imagem marcam um reservatório de gás com temperatura na ordem de milhões de graus, ao redor do buraco negro. Parte desse material pode eventualmente ser consumida pelo buraco negro, e o gás magnetizado e em movimento de rotação perto do buraco negro poderia por sua vez, disparar mais emissões de jatos de rádio. A maior parte dos raios-X de baixa energia da vizinhança do buraco negro é absorvida pelo gás e pela poeira, provavelmente na forma de uma gigantesca rosquinha ao redor do buraco negro.

Essa rosquinha, ou um torus, bloqueia toda a luz óptica produzida perto do buraco negro, assim os astrônomos se referem a esse tipo de fonte como um buraco negro enterrado ou escondido. A luz óptica vista na imagem vem das estrelas na galáxia.

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Estranha morfologia é encontrada no solo de Marte

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Misteriosa morfologia no solo de Marte é resgistrada pela Hirise


A imagem acima cobre muitas cavidades rasas e irregulares com anéis, concentradas ao longo das cadeias de outras feições topográficas. Como essas estranhas feições se formaram?

Uma ideia é que elas poderiam ter se formado pela sublimação de lentes rasas de gelo puro próximo, mas por que essas cavidades possuem anéis? Elas não podem ser crateras de impacto com esse fortuito alinhamento e com as margens irregulares. Elas não podem ser depósitos formados pelo vento pois existem muitos pedregulhos, grandes demais para serem movimentados com o vento, e não existe nenhuma relação clara com o vulcanismo.

Alguns especulam que existiam antigos oceanos sobre essa região, poderia isso explicar essas feições? A antiga glaciação é outra possibilidade, talvez depositando detritos ricos em gelo perto de obstáculos topográficos. Imagens futuras dessa região podem fornecer pistas, mas por enquanto as suas origens permanecem misteriosas.

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"Escorregador marciano"

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Observando rochas escorregando pelas paredes de cratera em Marte


A razão original por trás dessa imagem acima era de examinar os taludes procurando por mudanças desde que se fez anteriormente uma imagem da mesma região de Marte. Contudo, uma feição que não mudou desde então e que ainda continua chamando a atenção são os múltiplos rastros de pedaços de rochas que parecem ter deslizado pelo talude do anel da cratera.


Quando as rochas rolam pelo empoeirado talude da parede de uma cratera em Marte, elas podem deixar longos e pontilhados rastros para trás na superfície do talude. Os rastros das rochas, como as listras dos taludes, podem ser mais brilhantes ou mais escuros do que o material do terreno ao redor. Os muitos rastros de rochas nessa imagem parecem emanar todos de uma pequena alcova perto do anel da cratera. Eles se espalham talude abaixo e finalmente terminam no assoalho da cratera. Uma área de alto contraste onde os rastros param mostra muitos pedaços de rochas, alguns ainda na parte final de seus rastros.


A câmera HiRISE da sonda MRO tem vistos rastros de rochas se apagarem com o decorrer do tempo em outros locais de Marte. Contudo, comparando a imagem feita em Março de 2013 (segunda imagem nesse post), com a imagem de Maio de 2010 (terceira imagem nesse post) os rastros não parecem ter se apagado significantemente, apesar de quase três anos terem se passado entre as imagens. Isso pode ser causado pelo fato da cratera observada estar numa área com menos poeira em Marte.


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Os Quatro Flares do Sol

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As Quatro Flares de classe X do Sol - Um bom assunto para amanhã além da derrota do Timão 



Amanhã provavelmente um dos assuntos mais discutidos nas rodas de cafezinho e no almoço da firma será a derrota do Timão para o Boca, estamos todos tristes, jogou mal mesmo é isso aí, se o juiz interferiu ou não é outra coisa, e como falamos várias vezes, não seremos hipócritas, é isso que faz a graça do futebol, o único esporte onde um time mais fraco pode ganhar de um mais forte.

Deixando esse assunto de lado, outro assunto que deveria estar em todas as discussões também é atividade solar registrada essa semana. Suigando ao redor do limbo leste do Sol desde a segunda-feira, um grupo de manchas solares chamado de região ativa AR1748 tem produzido as primeiras quatro flares de classe X do ano de 2013 em menos de 48 horas. Na sequência temporal acima, no sentido horário desde a parte superior esquerda, temos as quatro flares capturadas na luz ultravioleta do satélite Solar Dynamis Observatory, ou SDO. Ranqueadas de acordo com o seu pico de brilho em raios-X, as flares de classe X são as mais poderosas e são frequentemente acompanhadas pelas chamadas ejeções de massa coronal, ou CMEs, massivas nuvens de plasma de alta energia lançadas ao espaço.

Mas as CMEs das três primeiras flares não estavam direcionadas para a Terra, enquanto que aquela associada com a quarta flare pode mandar um pouco de sua energia em direção ao campo magnético da Terra, que deve chegar em 18 de Maio de 2013. Causando perdas temporárias de sinal de rádio, a região AR1748 provavelmente não acabou. Ficaremos ligados esperando por fortes flares que podem ser produzidas à medida que a região ativa em rotação fique do lado visível do Sol apontada diretamente para a Terra.

Quanto ao Timão? Relaxa pessoal, ano que vem tem mais, e se você estiver pensando em viajar para esfriar a cabeça, sugiro a Noruega, onde auroras provavelmente devem ocorrer se a região continuar com essa atividade.

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Falha no Kepler

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Falha técnica para telescópio de buscas de exoplanetas Kepler

O telescópio espacial Kepler, utilizado pela Nasa para a busca de exoplanetas, está paralisado por um problema técnico devido a uma roda defeituosa, que poderia por um fim antecipado à sua missão de quatro anos, disseram nesta quarta-feira cientistas da agência espacial americana.

A missão de US$ 600 milhões foi lançada em 2009 para a busca de planetas fora do Sistema Solar. Até o momento, Kepler encontrou 2,7 mil candidatos, inclusive um punhado de planetas que poderiam ser habitáveis porque não são nem frios, nem quentes demais.

O problema foi detectado quando uma roda de reação que permite ao telescópio apontar para uma direção deixou de funcionar, disse John Grunsfeld, encarregado da divisão de ciência da agência espacial americana, durante entrevista coletiva por telefone.

"Não estamos prontos para dar a missão por finalizada", disse Grunsfeld, acrescentando que os cientistas ainda estão tentando decifrar como fazer a roda funcionar novamente.


O problema foi detectado nesta terça-feira, quando o telescópio entrou em um modo de segurança pré-programado que acontece "se o observatório tem problemas para saber para onde deveria apontar", disse Grunsfeld.

Os cientistas previam que um problema assim poderia acontecer, já que as rodas têm uma vida útil limitada e uma delas tinha se quebrado em julho passado.

A Nasa não voltou a ativar esta roda desde então e a nave precisa de um mínimo de três rodas para funcionar da forma que deveria.

Charles Sobeck, gerente de projetos do centro de pesquisas Ames da Nasa, na Califórnia, disse haver indícios de uma "falha interna na roda" e que os especialistas levarão algumas semanas para decidir quais são os próximos passos a dar.

Enquanto a Nasa decide o que fazer, se reduzirá o consumo de combustível da nave espacial, estacionando-a no espaço a 64 milhões de quilômetros da Terra.

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Mais quatro erupções solares são registradas

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Nasa registra quatro potentes erupções solares

O sol lançou quatro potentes erupções esta semana, alcançando a atividade mais intensa este ano e provocando interrupções limitadas nas radiocomunicações de alta frequência, informou a Nasa.

As quatro erupções observadas desde a segunda-feira pertencem à categoria X, a mais intensa nestes fenômenos e uma delas foi classificada como X3.2. São as primeiras deste tipo este ano, segundo a Nasa.

"Esta é a erupção do tipo X mais forte de 2013 até o momento, superando em força os dois tipos de erupções X ocorridas nas últimas 24 horas", afirmou a Nasa em alusão a uma erupção que alcançou seu ápice à 01h11 GMT de terça-feira.

Uma quarta erupção do tipo X alcançou o ápice às 01h48 GMT esta quarta-feira, informou a Nasa.


A quarta erupção foi medida como X1.2 causou um corte temporário de rádio que se manteve desde então e foi caracterizada como "forte" ou R3 em uma escala de 1 a 5 pela escala de tempo meteorológico espacial da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) dos Estados Unidos.

As últimas erupções começaram em 13 de maio e lançaram ondas de radiação solar, conhecida como ejeção de massa coronal (CME). A mais forte viajou particularmente rápido, a uma velocidade aproximada de 2.253 quilômetros por segundo, informou a Nasa.

A agência espacial americana afirma que as CMEs fundidas produzirão uma nuvem ionizadas produzirão uma nuvem de material solar que "poderia afetar a passagem dos satélites STEREO-B e Epoxi", observatórios espaciais que orbitam a Terra para vigiar as tempestades solares e a passagem dos cometas.

"Os operadores da missão notificaram os operadores. Se for necessário, os operadores podem colocar os dispositivos espaciais em um modo de segurança para proteger os instrumentos do material solar", afirmou a Nasa.

As CMEs até agora não se dirigiram para a Terra, mas podem causar danos a satélites.

Os especialistas afirmam que o aumento da atividade solar é comum agora mesmo porque o sol está em uma fase de início de um novo ciclo de atividade de 11 anos que se espera alcançar seu ponto máximo em 2013. O sol vive alternativamente ciclos de 11 anos de atividade e calma.

Segundo os especialistas em clima espacial da NOAA, esperam-se erupções solares mais fortes nos próximos dias.

Embora os CMEs enviam radiações potentes, a Terra está protegida pelo seu campo magnético.

A atividade solar pode interromper momentaneamente os sinais de GPS e dos satélites de comunicação, mas a maioria das pessoas não perceberá estes efeitos em sua vida cotidiana.

A primeira erupção de classe X deste ciclo solar ocorreu em fevereiro de 2011 e a mais potente desde agosto de 2011.

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Telescópio Kepler pode estar em risco

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Nasa anuncia falha que pode pôr em risco futuro do telescópio Kepler

A Nasa anunciou nesta quarta-feira que o telescópio Kepler, responsável por buscar provas da existência de planetas similares à Terra, apresenta uma "falha" em seu sistema de direção que pode pôr em risco seu futuro.

Os técnicos espaciais afirmaram que perderam o controle de mais uma de suas quatro rodas - uma delas já havia apresentado problemas anteriormente -, utilizadas para estabilizar o telescópio e ajustar a direção de suas lentes.


"É certo que precisamos de três rodas de reação. Mas não diria que o Kepler está fora de operação", explicou o chefe da Diretoria Científica da Nasa, John Grunsfeld, em teleconferência.

Além disso, a agência espacial reconheceu que "existem claras indicações de que houve uma falha interna" em duas das rodas, por isso o telescópio entrou no Modo de Segurança de Propulsão Controlado, à espera de que os técnicos tentem a difícil reparação.

Por enquanto, o telescópio está em uma situação "estável e segura", acrescentou Charles Sobeck, no centro de pesquisa que o controla, o Ames, em Moffett Field, na Califórnia.

No entanto, Sobeck explicou que com esta falha na segunda roda "é pouco provável que o telescópio possa voltar ao ponto de exatidão que garante sua fotometria de alta precisão".

A Nasa informou, em nota oficial, que embora a coleta de dados tenha terminado, "a missão tem substanciais quantidades de informação ainda a serem analisadas, e espera-se que a sequência de descobertas científicas continue por anos".

O Kepler, que monitora mais de 150 mil estrelas na busca de planetas ou candidatos a planetas e foi uma das missões recentes mais bem-sucedidas da Nasa, orbita o Sol a 64 bilhões de quilômetros da Terra.

Lançado em 2009 para buscar provas da existência de planetas similares à Terra ou nos quais haja as condições de temperatura médias onde possa existir água líquida, o telescópio detectou 132 planetas além do nosso sistema solar durante seus primeiros anos de missão.

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quarta-feira, 15 de maio de 2013

A Nuvem Molecular de Órion

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Telescópio registra brilho de novas estrelas na constelação de Órion

Imagem divulgada nesta quarta-feira pelo Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) mostra as nuvens cósmicas na constelação de Órion, no que parece ser uma fita flamejante no céu. O bilho laranja representa a radiação emitida pelos grãos de poeira, em comprimentos de onda longos demais para poderem ser vistos com o olho humano. A imagem foi obtida pelo telescópio Atacama Pathfinder Experiment (Apex), instalado no Chile.


As nuvens de gás e poeira interestelar são a matéria prima a partir da qual as estrelas se formam. A imagem mostra apenas uma parte do complexo maior conhecido como Nuvem Molecular de Órion, na constelação de Órion. Esta região, que apresenta uma mistura de nebulosas brilhantes, estrelas quentes jovens e nuvens de poeira fria, tem uma dimensão de centenas de anos-luz e situa-se a cerca de 1.350 anos-luz de distância da Terra.

A enorme nuvem brilhante que se vê na imagem, em cima e à direita, é conhecida Nebulosa de Órion, também chamada Messier 42. Pode ser vista a olho nu, aparecendo como a ligeiramente tremida “estrela” do meio na espada de Órion. A Nebulosa de Órion é a região mais brilhante de uma enorme maternidade estelar onde novas estrelas estão se formando, sendo também o local mais perto da Terra onde se formam estrelas de grande massa.

Os astrônomos utilizaram estes e outros dados do Apex, assim como imagens do Observatório Espacial Herschel, para procurar protoestrelas na região de Órion - uma fase inicial da formação estelar. Até agora foi possível identificar 15 objetos que são muito mais brilhantes nos comprimentos de onda longos do que nos curtos. Estes raros objetos recém descobertos estão provavelmente entre as protoestrelas mais jovens encontradas até agora, o que ajuda os astrônomos a aproximarem-se mais do momento em que uma estrela começa a se formar.

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Sputnik 3, dedicação ao estudo da atmosfera

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Há 55 anos, primeiro laboratório espacial ajudou a compreender a atmosfera

As missões espaciais de hoje, especialmente às de observação da Terra e do universo, devem muito a uma inovação de 55 anos atrás. Em 15 de maio de 1958, a União Soviética dava mais um passo à frente dos Estados Unidos e lançava o primeiro laboratório espacial da história. Batizado de Sputnik 3, ele sucedeu aos modelos 1 e 2 com grandes avanços: era um completo laboratório multiuso de ciência espacial.

"O Sputnik 3 foi o primeiro satélite da União Soviética dedicado ao estudo das camadas superiores da atmosfera e coletou dados científicos importantes que permitiram um melhor entendimento das condições em que os satélites poderiam operar", explica o astrofísico Thyrso Villela, pesquisador na Divisão de Astrofísica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

O satélite foi lançado dentro do chamado Ano Geofísico Internacional, que se estendeu de julho de 1957 a dezembro de 1958. Em formato cônico, tinha 1,73 metros de diâmetro, 3,58 metros de comprimento e 1.340 quilos de massa, superando os 83,6 kg e os 543,5 kg dos Sputnik 1 e 2, respectivamente.

O contexto histórico da época fez o lançamento do Sputnik 3 não se limitar apenas à conquista científica. Em plena Guerra Fria, o satélite de quase 1,4 toneladas mostrou que seria possível para a URSS lançar mísseis intercontinentais sobre os EUA, lembra Villela.

Avanços

​Mas os ganhos científicos superaram o medo. Em órbita por dois anos, o laboratório representou uma das primeiras missões de longa duração, o que contribuiu para o entendimento de problemas relacionados à operação de artefatos mais complexos no espaço. A capacidade de colocar em órbita satélites por longos períodos proporcionou a projeção de diferentes missões espaciais.

Eram 12 instrumentos a bordo, responsáveis por vários tipos de medidas, como as relacionadas ao campo magnético da Terra e a micrometeoritos. Os dados coletados contribuíram para um melhor entendimento da constituição das camadas superiores da atmosfera e permitiram ter ideia da existência dos cinturões de radiação que envolvem a Terra. "Foi possível, por exemplo, estudar os problemas que esses cinturões causam nos satélites e, com isso, definir órbitas menos sujeitas a essa influência", argumenta Villela.

Objeto D

No planejamento soviético, o satélite batizado com o número 3 deveria ser lançado primeiro. Porém, desafios no desenvolvimento do seu sistema de telemetria atrasaram o projeto, e o Objeto D, como era chamado nessa fase, acabou sucedendo ao Prosteyshiy Sputnik-1, lançado em outubro de 1957, e ao Tso Sputnik 2 (PS-2), que foi à órbita no mês seguinte. Foi a estratégia soviética para se antecipar aos norte-americanos.

Quando tudo estava pronto, a ejeção foi programada para 27 de abril de 1958. O veículo de lançamento era a versão 8A91 do foguete R-7, posicionado em Tyuratam, no Cazaquistão. A operação, contudo, durou apenas 88 segundos. A subida do foguete veio acompanhada de um efeito de vibrações de ressonância longitudinal. Conforme elas ganharam intensidade, os tanques de combustível foram esvaziados pouco mais de um minuto após o lançamento.

A falha, entretanto, não desestimulou a iniciativa soviética. Menos de um mês depois, o foguete de backup do Objeto D foi ao ar, entrando em órbita com uma inclinação de 65,2 graus.

Em maio de 1959, o Sputnik 3 deixou de retornar informações úteis, embora seu transmissor de rádio continuasse ativo, alimentado por células solares. Em abril do ano seguinte, em decomposição, o satélite ingressou na atmosfera da Terra e foi destruído por aquecimento por atrito. A estratégia soviética prosseguiu com o Sputnik 4, lançado em 15 de maio de 1960, com 4.540 quilos de massa - um novo recorde para a época.

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Dormiu no espaço e fez história

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Há 50 anos, americano pegou no sono e fez história no espaço

Há exatos 50 anos, o astronauta Gordon Cooper, apelidado de "Gordo", fez o histórico voo final do programa Mercury. O navegador das estrelas passou mais de um dia em órbita - mais do que todos os cinco lançamentos anteriores do programa juntos - e foi o primeiro americano a dormir no espaço.

O Mercury foi um programa que ocorreu entre 1958 e 1963 e o primeiro dos Estados Unidos a mandar astronautas ao espaço. Participaram nomes famosos, como Alan Shepard (primeiro americano no espaço, em um voo suborbital) e John Glenn (primeiro a fazer uma órbita). Shepard ainda seria um dos homens na Lua.


O lançamento de Cooper ocorreu em 15 de maio de 1963. Na ponta de um foguete Atlas, ficava a cápsula Faith 7, que levava Cooper e seu traje - que não era nada mais do que uma roupa de pilotos de jato para grandes altitudes modificada para uso no espaço.


O objetivo da missão, entre outros, era avaliar os efeitos de uma longa estadia do homem no espaço. Para isso, ele permaneceu um dia, 10 horas, 19 minutos e 49 segundos em órbita. Foram 22 voltas e meia ao redor do planeta.

Após tanto tempo na minúscula cápsula, as leituras dos sinais vitais de Gordo mudaram. Os técnicos em solo descobriram que, de tanto tédio devido à longa espera e pela falta do que fazer, ele acabou por dormir.

Na 19ª órbita, o sistema de controle automático da nave começou a falhar. O resultado foi um efeito cascata de problemas em outros sistemas elétricos. Cooper foi forçado a mais um pioneirismo: a primeira reentrada manual da história do programa espacial americano.
Com instruções de solo, o astronauta conseguiu alinhar perfeitamente a nave e parou a menos de dois quilômetros do ponto previsto e pouco mais de seis quilômetros do veículo que ia transportá-lo.

Cooper nasceu em 6 de março de 1927 em Shawnee, Oklahoma. Foi piloto da Força Aérea dos Estados Unidos e fez mais de 7 mil horas de voo, sendo 4 mil em jatos. Na Nasa, além do Mercury, foi ao espaço pelo programa Gemini. Ele passou 222 horas fora do planeta. 
Estava previsto que fosse à Lua na Apollo 13, mas em seu lugar foram Alan Shepard e Deke Slayton. Apesar dos protestos furiosos de Cooper, a decisão foi mantida. Como resultado, ele deixou a Nasa e o serviço militar em 1970. 

Passou por diversas organizações, que iam de empresas de peças de carro até o cargo de vice-presidente uma companhia de pesquisa e desenvolvimento da Disney. 

Gordo demonstrou grande interesse em óvnis. Ele chegou a falar na ONU contra o que considerava um encobrimento do governo americano. Negou ter visto objetos não identificados no espaço, mas disse ter perseguido um óvni metálico durante um voo pela Força Aérea na Europa.

Cooper morreu de causas naturais em sua casa em Ventura, Califórnia, em 4 de outubro de 2004.

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Maior erupção solar de 2013

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Sol tem três grandes erupções em 24 horas e a maior de 2013

O Sol teve na segunda-feira sua mais forte erupção em 2013 e a terceira de grandes dimensões em 24 horas, segundo astrônomos. A explosões ocorreram no lado do Sol que não está de frente para a Terra, o que protege o planeta, já que as partículas liberadas pelo Sol não devem atingir a nosso planeta.

Quando direcionadas à Terra, as partículas liberadas pelo Sol nesses eventos podem afetar sistemas de comunicação, redes de transmissão de energia e gerar intensas auroras no céu. As erupções colocaram em alerta cientistas responsáveis por duas estruturas artificiais que orbitam a Terra, entre elas o telescópio espacial Spitzer, que poderiam ser afetadas.


Carrington

As explosões solares podem ainda enviar bilhões de toneladas de partículas para o espaço. Neste casos, quando erupções muito fortes atingem a Terra, a matéria carregada pode até explodir transformadores.

Em entre os dias 1º e 2 de setembro 1859 ocorreu o chamado Evento de Carrington, que gerou curto-circuitos em fios de telégrafo - dando início a incêndios na América do Norte e Europa. O fenômeno também fez surgirem auroras boreais em locais incomuns para este fenômeno, como Cuba e Havaí.

A partir de agora os cientistas esperam um aumento em fenômenos como este pois o ciclo normal de atividades do Sol, de 11 anos, está se aproximando de seu auge.

Acredita-se que nos próximos dias o local onde ocorreram as três recentes explosões passe a ficar de frente para a Terra, o que coloca o planeta em risco de ser afetado caso mais destes eventos ocorram.

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domingo, 12 de maio de 2013

Primeiro teste do novo GROVER

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O novo ROVER da NASA, o novo GROVER faz seu primeiro teste na Groelândia


Essa é para meus amigos geofísicos, principalmente aqueles com os quais passei bastante tempo na minha graduação fazendo GPR ali no campus da USP e em outros lugares. Vejam a que nível chegou aquela ferramenta que nós usávamos sem compromisso.

O novo rover desenvolvido pela NASA começou a ser testado essa semana na plataforma de gelo da Groenlândia.

GROVER, que significa tanto Greenland Rover, como Goddard Remotely Operated Vehicle for Exploration and Research, é um robô autônomo operado por painéis solares que leva um radar de penetração de solo, ou GPR, com o objetivo de examinar as camadas da plataforma de gelo da Groenlândia. Suas descobertas ajudarão os cientistas a entenderem quanto a massiva plataforma congelada, ganha e perde gelo.

A equipe do GROVER, liderada pela geóloga Lora Koenig do Goddard Space Flight Center da NASA, em Greenbelt, Md, chegou ao Summit Camp, o ponto mais alto da Groenlândia, em 6 de Maio de 2013. Depois de carregar e testar o radar do rover e arrumar um pequeno problema de comunicação, a equipe começou a testar o robô no gelo, no dia 8 de Maio de 2013, enfrentando ventos de mais de 37 km/h e temperaturas de menos 30 graus Celsius.

Os testes com o GROVER continuarão até 8 de Junho de 2013. O GROVER, um protótipo, foi desenvolvido pela primeira vez em 2010 e 2011, durante um boot camp de engenharia do Goddard, antes de ser refinado e financiado pela NASA na Universidade Estadual de Boise. Essa temporada na Groenlândia servirá como teste do uso de rovers em regiões inóspitas dos polos para a coleta de dados que ajudarão os cientistas a entenderem melhor a natureza.

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sábado, 11 de maio de 2013

30 anos de mudança na superfície terrestre ( vídeo )

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Vídeo da semana: TIME, GOOGLE E NASA - As mudanças na superfície da Terra nos últimos 30 anos



O vídeo acima conta a história sobre o vídeo mais fantástico dessa semana. A Time, o Google e a NASA lançaram um vídeo que conta a história das transformações ocorridas na superfície da Terra, nos últimos 30 anos. Logicamente todas as transformações retratadas no vídeo acima foram causadas pelo homem. Os destaques maiores podem ser dados ao desmatamento da Amazônia, que chocou todos os pesquisadores envolvidos nesse vídeo. A retração de geleiras devido ao aquecimento global.

O crescimento de cidades do nada, como Dubai. O sistema de irrigação no deserto do Arábia. O crescimento da cidade de Las Vegas e o consequente encolhimento do lago que serve de reservatório para a cidade, entre outros. Assista o vídeo acima e pare um pouco para refletir sobre o que nós estamos fazendo com o nosso planeta. Sempre lembrando do Carl Sagan que disse, esse é o único ponto em todo o universo que ainda podemos chamar de lar.

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Cena bem colorida do nasce do Sol no Pacífico Sul

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O nascer do Sol sobre o oceano Pacífico Sul visto do espaço


O Sol aparece prestes a se erguer sobre o Oceano Pacífico sul nessa cena colorida fotografada por um dos membros da tripulação da Expedição 35 a bordo da Estação Espacial Internacional na órbita da Terra, entre as 4 e 5 a.m., hora local do dia 5 de Maio de 2013.

A estação espacial estava num ponto acima da Terra localizado em 27.4 graus de latitude sul e 110.1 graus de longitude oeste, a algumas centenas de milhas a leste da Ilha de Páscoa.

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